quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Trijntje Oosterhuis

O nome para nós brasileiros é complicado de pronunciar, mas a voz dela é extremamente incorporada em nossos ouvidos. Trijntje Oosterhuis é uma holandesa que vem ganhando terreno no Brasil depois que a sua versão de: "What The World Needs Now", foi para a novela das oito Viver a Vida. Eu ja usufruia dela bem antes e gosto especialmente dos albúns: "See You As I Do" de 2005 e "Trijntje Oosterhuis Metropole Orchestra - The Look of Love" de 2006. Ano passado ela gravou o álbum "Never Can Say Goodbye" com Leonardo Amuedo no violão e regravações de Michael Jackson. Ficou show!

Músicas: "Do You Know The Way To San Jose" e "Close To You".

Senna Sempre Senna

Eu ainda lembro com perfeição meu irmão dizendo: Mãe, é o Ayrton Senna que sofreu acidente! E fomos todos correndo pra frente da TV e assistimos com angústia akele momento. Em 1994 perdemos um ícone do automobolismo e pra retratar a sua história o diretor Asif Kapadia lançou um documentário do tri-campeão. Sem data prevista para estreiar no Brasil, mas que chegará aos cinemas japoneses dia 08 de outubro. Deixo o trailer:

Talvez

"Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada."
Caio Fernando Abreu

Animação



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BLOG: salesman-pete.blogspot.com

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Crônica - O Gato Sou Eu

Aí então, eu sonhei que tinha acordado. Mas continuei dormindo.
- Continuou dormindo.
- Continuei dormindo e sonhando. Sonhei que estava acordado na cama, e ao lado, sentado na cadeira, tinha um gato me olhando.
- Que espécie de gato?
- Não sei. Um gato. Não entendo de gatos. Acho que era um gato preto. Só sei que me olhava com aqueles olhos parados de gato.
- A que você associa essa imagem?
- Não era uma imagem: era um gato.
- Estou dizendo a imagem do seu sonho: essa criação onírica simboliza uma profunda vivência interior. É uma projeção do seu subconsciente. A que você associa ela?
- Associo a um gato.
- Eu sei: aparentemente se trata de um gato. Mas na realidade o gato, no caso, é a representação de alguém. Alguém que lhe inspira um temor reverencial. Alguém que a seu ver está buscando desvendar o seu mais íntimo segredo. Quem pode ser essa alguém, me diga? Você deitado aí nesse divã como na cama em seu sonho, eu aqui nesta poltrona, o gato na cadeira… Evidentemente esse gato sou eu.
- Essa não, doutor. A ser alguém, neste caso o gato sou eu.
- Você está enganado. E o mais curioso é que, ao mesmo tempo, está certo, certíssimo, no sentido em que tudo o que se sonha não passa de uma projeção do eu.
- Uma projeção do senhor?
- Não: uma projeção do eu. O eu, no caso, é você.
- Eu sou o senhor? Qual é, doutor? Está querendo me confundir a cabeça ainda mais? Eu sou eu, o senhor é o senhor, e estamos conversados.
- Eu sei: eu sou eu, você é você. Nem eu iria pôr em dúvida uma coisa dessas, mais do que evidente. Não é isso que eu estou dizendo. Quando falo no eu, não estou falando em mim, por favor, entenda.
- Em quem o senhor está falando?
- Estou falando na individualidade do ser, que se projeta em símbolos oníricos. Dos quais o gato do seu sonho é um perfeito exemplo. E o papel que você atribui ao gato, de fiscalizá-lo o tempo todo, sem tirar os olhos de você, é o mesmo que atribui a mim. Por isso é que eu digo que o gato sou eu.
- Absolutamente. O senhor vai me desculpar, doutor, mas o gato sou eu, e disto não abro mão.
- Vamos analisar essa sua resistência em admitir que eu seja o gato.
- Então vamos começar pela sua insistência em querer ser o gato. Afinal de contas, de quem é o sonho: meu ou seu?
- Seu. Quanto a isto, não há a menor dúvida.
- Pois então? Sendo assim, não há também a menor dúvida de que o gato sou eu, não é mesmo?
- Aí é que você se engana. O gato é você, na sua opinião. E sua opinião é suspeita, porque formulada pelo consciente. Ao passo que, no subconsciente, o gato é uma representação do que significo para você. Portanto, insisto em dizer: o gato sou eu.
- E eu insisto em dizer: não é.
- Sou.
- Não é. O senhor por favor saia do meu gato, que senão eu não volto mais aqui.
- Observe como inconscientemente você está rejeitando minha interferência na sua vida através de uma chantagem…
- Que é que há, doutor? Está me chamando de chantagista?
- É um modo de dizer. Não vai nisso nenhuma ofensa. Quero me referir à sua recusa de que eu participe de sua vida, mesmo num sonho, na forma de um gato.
- Pois se o gato sou eu! Daqui a pouco o senhor vai querer cobrar consulta até dentro do meu sonho.
- Olhe aí, não estou dizendo? Olhe a sua reação: isso é a sua maneira de me agredir. Não posso cobrar consulta dentro do seu sonho enquanto eu assumir nele a forma de um gato.
- Já disse que o gato sou eu!
- Sou eu!
- Ponha-se para fora do meu gato!
- Ponha-se para fora daqui!
- Sou eu!
- Eu!
- Eu! Eu!
- Eu! Eu! Eu!

Fernando Sabino

Pessoas

No mundo existe bilhões e bilhões de pessoas, certo? Vc ja se pegou pensando o que qq um deles estaria fazendo ou pelo o que estaria se passando no mesmo momento em que vc come um hamburger por exemplo, ou varre sua casa, ou agora mesmo eqto lê esse post. Essa é a ideia desse video de Alvaro C, que fala de pessoas, pessoas e suas historias interessantes, pessoas e sua geografia. O lugar elegido no caso é Barcelona, Espanha, e o video está em espanhol, mas acho que entenderam a ideia. Curte aí:

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Quando e Por Que?

Folheando a revista VIP (A Revista VIP é mais endereçada ao público masculino), encontrei uma materia da jornalista Paula Brandão bem curiosa. Ouvimos a todo momento que existem horas certas para fazer as coisas. E é verdade, sua matéria tem um pequeno guia do tb jornalista americano Mark di Vincenzo onde explica qual o melhor momento para cada uma de nossas ações. E n duvide, o trabalho é apoiado em pesquisas com vários profissionais, e virou até livro nos EUA, "Buy Ketchup in May and Fly at Noon", (algo como "Compre Ketchup em maio e flores à tarde", inédito em portugues), claro que ainda assim pode n dar certo com vc, mas n custa tentar né? Deixo quatro delas aki, com suas devidas explicações:
A MELHOR HORA PARA COMER CARBOIDRATO
Quando? À noite.
Por Que? Ao contrário do que todos pensam, é durante a noite que o carboidrato é melhor aproveitado pelo organismo. Isso porque ele fornece energia ao organismo eqto vc descansa. Claro que se vc atacar um monte de pães ou pedaços de pizza deverá pagar um preço alto o subir na balança mais tarde. Por isso, controle a quantidade. E n esqueça: os carboidratos têm ser do tipo integral - e tb sem exagero. À noitinha, corte as proteínas, que têm digestão lenta e podem atrapalhar o sono.
O MELHOR DIA PARA PULAR A CERCA
Quando? Segunda ou Terça-Feira, em horario comercial.
Por Que? Durante as entrevistas para seus livros Infiel e A Outra, a antropóloga Mirian Goldenberg observou que os homens costuman inventar reuniões e viagens a trabalho para dar suas escapadas. "Para o homem especialmente o que mora com a mulher, é complicado ter um caso em fins de semana e feriados. Por isso, desculpas de trabalho são campeãs", diz. Se em time que está ganhando n se mexe, siga o fluxo. No inicio da semana, há a vantagem de vc ja ter sanado as necessidades da titular e corre menos risco de n dar conta da amante.
O MELHOR DIA PARA PEDIR AUMENTO AO SEU CHEFE
Quando? Quinta ou Sexta-Feira
Por Que? Segundo o livro de Vincenzo...o chefe estará mais berto negociações e tende a se comprometer com o que for proposto nesses dias porque ninguém - nem mesmo ele - quer encerrar a semana com um conflito pendente no trabalho. A sensação de dever cumprido tb contribui para o fim de semana ser mais agradável. Outro dado importante: às sextas-feiras costumam rolar os feedbacks sobre desempenho. Se recebeu alguma congratulação, n perca o gancho. O momento é perfeito e seu contracheque tem tdo para dar akela engordada.
O MELHOR DIA PARA DAR UM PÉ NA BUNDA COM O MÍNIMO DE DANOS
Quando? Na terça-feira, de preferencia se for vespera de uma festa bem alegre, como Carnaval.
Por Que? Dar a chance de a sua futura ex-namorada curar as mágoas beijando mto em Salvador é um ato generoso. E a terça-feira, após o expediente, é o dia ideal porque ela n passará vergonha chorando na frente de todo o departamento - e ainda terá a semana inteira para se recuperar antes do fim de semana, que é qdo el deve sentir mais sua falta. Mas mais importante do que saber qdo cair fora é sacar qdo NÃO cair fora. Evite datas especiais, como aniversários e festas. "Além de ser inadequado, o rompimento num dia desses pode ocasionar uma lembrança dolorida que será revivida nos anos seguintes", lembra a psicológa Claudia Finamore. Tb n ceda a tentação de dar o pé na bunda na vespera das festas de fim de ano. A moça n poderá contar com o apoio das amigas, que estarão viajando, e é provável que passe o Reveillon ligando no seu celular para lembrá-lo de que é um verme vil e rastejante.

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